sexta-feira, setembro 11, 2015

Quem disse: “Eu não acredito em remédio amargo”? Foi quem agora acena com “medidas amargas”

Ricardo Noblat


Depois de tanto errar e de tanto gastar para se reeleger, ela agora apresenta ao país a conta amarga de sua vitória

 “Medidas amargas”. É isso o que Dilma receita para combater a crise econômica produzida por ela mesma no seu governo passado.

Depois de tanto errar e de tanto gastar para se reeleger, ela agora apresenta ao país a conta amarga de sua vitória.

Na conta está também embutido o preço das mentiras que ela disse. Como as cometidas no dia 19 de setembro último, em entrevista coletiva:

- Eu não acredito em ano de remédio amargo. Nós seguramos a crise com salário, emprego e investimento. No Brasil, nós temos perspectivas de aumentar a taxa de investimento e não temos uma baixa produtividade do trabalho. A vantagem é que, se der uma fresta, a gente cresce. Essa é a vantagem porque eu não diminuí o investimento.

Dali a um mês foi a vez de Lula tentar enganar os brasileiros no horário de propaganda eleitoral no rádio e na televisão:

- Pedi uma reflexão para alertar que aqueles que diziam que era impossível nascer um novo Brasil são os mesmos que tentam voltar agora e dizem que têm um remédio para todos os males do Brasil. Pode estar certo que qualquer remédio deles tem o gosto amargo do desemprego, do arrocho salarial e da falta de oportunidades.

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