sexta-feira, outubro 02, 2015

Balança alcança US$ 2,944 bi, melhor resultado desde 2012. Saiba por quê.

Exame.com
Mariana Branco, Agência Brasil

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O saldo positivo de setembro refere-se a US$ 16,148 bilhões em exportações

Brasília - A balança comercial brasileira encerrou setembro com superávit –exportações maiores do que importações –  de US$ 2,944 bilhões.

O resultado é o melhor para o mês desde setembro de 2011. No acumulado do ano, a balança comercial está positiva em US$ 10,246 bilhões, melhor resultado para o período desde 2012.

Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O saldo positivo de setembro refere-se a US$ 16,148 bilhões em exportações e US$ 13,204 bilhões em importações.

A média diária (volume financeiro por dia útil) das exportações ficou em US$ 769 milhões, com queda de 13,8% ante setembro de 2014, e crescimento de 4,3% ante agosto desse ano.

Nas importações, a média negociada foi US$ 628,8 milhões, com queda de 32,7% em relação à registrada para setembro de 2014 e alta de 3,2% em relação a agosto de 2015.

O dólar em alta e a queda nas importações têm contribuído para o desempenho positivo da balança comercial em 2015.

****** COMENTANDO A NOTÍCIA:

A senhora Rousseff, nossa irresponsável e incompetente presidente, tem o mau hábito de jogar nas costa de uma crise externa que só ela vê, todas as culpas pela atual  crise econômica brasileira. Para ela não foram os seus muitos erros e derrapadas que criaram o ambiente ruim. /sempre, foram os outros.

Pois bem, quando a conjuntura externa ajuda o país esta senhora simplesmente se cala, mostrando assim o lado ruim de seu caráter. Deveria ter a mesma coragem para enfrentar o debate. Mas esta gente só aceita debate a favor, contra, NUNCA!

Conforme já demonstramos em outras vezes, durante o governo Dilma 1.0, o saldo da balança comercial despencou de um superávit de US $ 46 bi para um saldo negativo, em 2014, US$ 3,9 bilhões, o pior resultado desde 1998. Com a disparada do dólar neste ano que se, de um lado complica o controle da inflação, já perto de 2 dígitos, por outro, acaba beneficiando a conta corrente do país para produzir saldos positivos no comércio externo. 

O saldo é positivo porque, com o dólar alto, o país reduziu drasticamente suas importações, uma queda maior do que aconteceu nas vendas que, a par do câmbio favorável, também sofreram quedas. E muito da queda destas compras se deve ao preço baixo do petróleo   no mercado internacional e menor consumo interno. Sempre é bom lembrar que o petróleo usado no Brasil não vem de autossuficiência coisa nenhuma conforme garganteou no passado. É preciso importar.

Em números é possível ver que o superávit se deu muito mais por queda nas importações. Em comparação  com setembro de 2014, enquanto as exportações caíram 13,8%, as importações tiveram queda de 32,7%, mostrando assim que o salto do dólar está longe de beneficiar significativo aumento das nossas vendas externas.

Assim, como se vê, a conjuntura internacional,  ao contrário do que profere a senhora Dilma, acaba é beneficiando o país. Aliás, fica difícil entender por que a tal conjuntura internacional só acaba prejudicando o Brasil, Argentina e Venezuela, os “socialistas do século 21”!!!!

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