segunda-feira, outubro 26, 2015

Treze anos depois...

Adelson Elias Vasconcellos



Nos últimos 12 meses foram mais de 1 milhão e duzentos mil empregos perdidos.  

A indústria está em queda livre há mais de quatro anos, além do Brasil sofrer um processo criminoso de desindustrialização e desnacionalização.  

A inflação aproxima-se dos dígitos, havendo inclusive capitais estaduais em que ela já superou os 10%. Dilma fechará cinco anos de governo e,  em nenhum deles conseguiu manter a inflação controlada.

O déficit fiscal, sem maquiagens e pedaladas,  supera os R$ 70 bilhões.  

A rolagem da dívida já consome cerca de 50% da arrecadação, e este percentual tende a aumentar uma vez que arrecadação está em queda, e o governo não consegue poupar o suficiente para pagar ao menos os juros.

Ainda sobre a dívida bruta, ela já superou os R$ 3,5 trilhões e poderá alcançar nos próximos meses 70% do PIB.

O país já perdeu o grau soberano de uma agência de risco, Standard & Poors, e está no último degrau de outras duas agências. Caso não reverta o  desequilíbrio fiscal rapidamente, corre o risco de perder o grau soberano nas demais agências de risco, Fitch e Moody’s.

A indústria brasileira, que em países como China e Correia representa de 30 a 40% do PIB, aqui este percentual já caiu de 22 para 13% e não há tendência de melhora no curto e médio prazos. No ranking  mundial de competitividade, ambiente de negócios e percepção de corrupção, o país ocupa as últimas colocações.

Se não houver algum milagre em 2016, o Brasil fechará três anos consecutivos de PIB negativo, algo inédito na história do país.  

Mais de 50% das famílias brasileiras estão endividadas. Os níveis de inadimplência nunca foram tão altos, assim como os juros que continuam os maiores do planeta, sendo o dobro do segundo colocado. 

Os investimentos continuam em queda livre, o país está perdendo talentos, as falências e processos de recuperação judicial se  multiplicam.  

Na educação o Brasil continua com um dos piores índices de qualidade, perdendo para países até do continente sul-americano. 

A saúde pública nunca esteve tão ruim como agora. E a infraestrutura, tirando a propaganda, nunca recebeu tão poucos investimentos. 

Na área da segurança pública, nunca se assassinou tanto como agora. Tornamo-nos um dos países mais violentos do planeta, aproximando-se da horrível estatística de 60 mil homicídios/ano.  

Ano após ano  o peso do Brasil no comércio internacional vem perdendo espaço. 

Nunca a tarifa de energia elétrica  foi tão alta como em 2015. E não fosse o baixo crescimento, nossa capacidade de geração não teria condições de atender a demanda. Já teríamos mergulhado nas trevas do apagão há muito tempo.

Nunca a Petrobrás teve tão baixo valor  de mercado, nunca esteve tão endividada e nunca teve tão pouca capacidade para investir graças a roubalheira instalada pelo PT na sua gestão. 

 Na contramão  deste cenário desastroso, nunca os brasileiros pagaram tanto imposto como agora. Sobre a renda do cidadão incidem mais de 90 impostos e taxas diversas, corroendo mais de 40% de seus ganhos. Em relação ao PIB,  são mais de 36% com tendência de alta, já anunciado pelo Ministério da Fazenda. 

A corrupção no país nunca atingiu os níveis que atualmente se assiste. 

Diante deste quadro, é de se perguntar: foi para isso que o PT quis governar o Brasil? Há alguma razão para continuar votando nesta gente? 

Certa feita, demonstramos que os governos Lula e Dilma, apesar de eleitos para a presidência do país, sempre deram maior prioridade a financiar países comandados por ditadores e tiranos. É só rever para quais países o BNDES concedeu financiamento, e com condições mais favoráveis do que as oferecidas internamente.  Ao invés do nosso banco de fomento apostar no desenvolvimento brasileiro, quis tornar-se um concorrente do Banco Mundial, mas privilegiando governos autoritários. 

E os petistas acham não haver razão para o povo rejeitá-los, desejá-los longe do poder? O dono do poder não é o PT, é o povo brasileiro, que vem sofrendo amargamente nas mãos destes incompetentes, corruptos, larápios, salafrários.  O pequeno relato acima enterra de vez toda a mentira, a propaganda, a mistificação contada, em verso e prosa, nos últimos 13 anos.   

Para esta cambada, todos são culpados pela situação vergonhosa em que a economia mergulhou, pela completa  falência completa do Estado na oferta de serviços públicos minimamente decentes, menos eles. Acham-se possuídos de dons divinos. Entendem que doar R% 77,00 mensais por cabeça, para 50 milhões de brasileiros,  deve ser comemorado. Porém,  festejar que 25% da população brasileira, para não morrer de fome,  depende de uma bolsa miserável para sustentar-se,  deveria era envergonhá-los porque isto representa a ausência total  do Estado para suprir as necessidades básicas de seu povo. 

De maneira alguma o PT tem motivos para festejar o que quer que seja, a não ser sua completa falta de capacidade para gerir o Brasil. Destruíram a  construção de um país moderno, economicamente equilibrado e com infinitas oportunidades de crescimento e enriquecimento. 

Claro que eles chegaram ao poder pela via do voto, pela porta de democracia. Porém, fossem nossas instituições um pouco menos fracas do que já são e, até a obra da democracia  já teria sido destruída. Tentativas neste sentido já foram muitas e eles não desistiram de seu sonho dourado.   

Lula, no meio de sua cambada de mamadores e vagabundos, afirmou que quem roubou  não tem direito de chamar petista de ladrão. Significa dizer que, os que  não roubaram estão liberados, certo? Então vamos lá: LADRÕES, CORRUPTOS, TRAIDORES, FASCISTAS. Devolvam ao povo o Brasil que vocês assaltaram, roubaram, corromperam e faliram.  Fosse o Judiciário um pouco mais responsável para com o país, para com a missão constitucional que lhe cabe, Lula e família, Dilma e lacaios, afora os Sarney’s, Barbalhos, Malufs, Paloccis, Pimenteis, Wagners, Mercadantes  e mais a numerosa quadrilha de MSTs, MTSTs e congêneres, travestidos de movimentos sociais mas que não passam de bando de vigaristas e predadores do bem público,  e já estariam todos juntos fazendo companhia a José Dirceu, João Vaccari e Pizolatto. 

Já que não é possível expulsá-los do país, que ao menos os expulsemos da vida política e dos cofres públicos.  O país cansou não apenas da miséria moral desta gente,  mas do processo de destruição da esperança de um futuro melhor em que estes mequetrefes enterraram o Brasil.  Precisamos voltar, com urgência, ao século 21.

Como sempre dissemos, vale a pena repetir: um governante, independente de sua ideologia ou cor partidária, vale  e é julgado pelos resultados que produz. A lista acima é a demonstração incontestável de que o governo petista não atendeu aos requisitos. Seus resultados, todos ruins, demonstram sua inabilidade para permanecer no poder.  Talvez precisemos esperar até outubro de 2018 para dar o recado, talvez até lá o país regrida mais um pouco com eles no comando, mas que o prazo de validade já está vencido há muito tempo, os resultados falam por si.   Seja como for, cedo ou tarde, com impeachment ou pelo voto, haveremos de nos livrar desta praga. 

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