quinta-feira, novembro 05, 2015

EM BUSCA DE REGALIAS: No Congresso, aéreas atuam para reduzir direitos de passageiros

Veja online

Representantes ligados ao setor defendem que não haja assistência se voo atrasar por mau tempo ou for cancelado, por exemplo

(Dedoc/VEJA) 
Desde 2010, uma resolução da Anac determina que a assistência
 é obrigatória sob qualquer circunstância nos atrasos ou cancelamentos 

O setor aéreo atua no Congresso para reduzir a assistência aos passageiros quando voos atrasam ou são cancelados e também para limitar indenizações quando, por exemplo, a bagagem é extraviada. A discussão ocorre em comissão do Senado formada por especialistas em aviação que trata da reforma do Código Brasileiro de Aeronáutica. De acordo com reportagem desta terça-feira do jornal Folha de S.Paulo, a conclusão do texto, entre o final deste ano e o início de 2016, será transformada em um anteprojeto de lei para, em seguida, ser analisada e votada pelos senadores.

Em outubro, um dos membros da comissão propôs, em reunião, que as companhias aéreas não fossem obrigadas a prestar assistência quando o voo atrasa ou é cancelado por razões que fogem ao controle delas. Desde 2010, uma resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determina que a assistência é obrigatória sob qualquer circunstância nos atrasos ou cancelamentos.

O autor da proposta, o advogado Ricardo Bernardi, é especialista em direito aeronáutico e atua para empresas aéreas em ações judiciais. Também integrante da comissão, a Abear, associação que representa TAM, Gol, Azul e Avianca, e a Iata, que representa as aéreas no mundo, apoiam a medida.
Um exemplo de situação em que as companhias não deveriam arcar com os custos se dá, segundo o advogado, quando um aeroporto fecha por mau tempo. Na proposta, Bernardi incluiu ainda a opção de a assistência não ser obrigatória em caso de quebra.

******* COMENTANDO A NOTÍCIA:

As companhias aéreas deveriam era esforçar-se ao máximo para melhorarem seus serviços, principalmente em relação ao atendimento de seus clientes, e não simplesmente, como tentam, pleitear livrar-se dos serviços. Eta cultura terceiro-mundista esta!!!!



Nenhum comentário: