domingo, novembro 15, 2015

Produção industrial cai em 10 dos 14 locais pesquisados em setembro pelo IBGE

Daniela Amorim  
O Estado de S. Paulo

Recuos mais intensos foram registrados por Bahia (-7,6%) e Rio de Janeiro (-6,6%); em São Paulo, a redução foi de 0,2%


Em relação a setembro de 2014, a queda mais intensa foi no Rio Grande do Sul
 (-19,7%), puxada pelas perdas nos setores de veículos automotores

Na passagem de agosto para setembro, a produção industrial recuou em 10 dos 14 locais pesquisados no País pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os recuos mais intensos foram registrados por Bahia (-7,6%) e Rio de Janeiro (-6,6%), que mostrou a redução mais acentuada desde janeiro de 2012 (-12,7%).

o maior parque industrial nacional, São Paulo, a redução foi de 0,2%. Os demais resultados negativos foram verificados na Região Nordeste (-3,3%), Ceará (-2,7%), Minas Gerais (-2,3%), Rio Grande do Sul (-1,0%), Santa Catarina (-0,7%), Goiás (-0,6%) e Pernambuco (-0,4%). Na direção oposta, tiveram avanço Pará (12,6%), Paraná (5,1%), Espírito Santo (1,3%) e Amazonas (0,1%). 

Em relação a setembro de 2014, a queda na produção industrial atingiu 12 dos 15 locais pesquisados. O IBGE ressalta que o mês de setembro de 2015 teve um dia útil a menos do que igual mês do ano anterior. 

A queda mais intensa foi no Rio Grande do Sul (-19,7%), puxada pelas perdas nos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias, máquinas e equipamentos, metalurgia e produtos do fumo. Os demais resultados negativos foram verificados no Amazonas (-13,1%), São Paulo (-12,8%), Ceará (-11,9%), Santa Catarina (-11,6%), Rio de Janeiro (-11,2%), Minas Gerais (-11,1%), Bahia (-9,0%), Paraná (-7,8%), Região Nordeste (-7,4%), Pernambuco (-7,2%) e Goiás (-4,7%).

Houve avanço no Mato Grosso (18,3%), impulsionado pelos setores de produtos alimentícios e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, e Pará (12,3%), graças ao bom desempenho das indústrias extrativas. No Espírito Santo, houve apenas ligeira alta de 0,1%.

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