sexta-feira, novembro 13, 2015

Ataque terrorista em Paris é o maior em número de mortos desde 2008

Folha de São Paulo  
Kenzo Tribouillard/AFP


Ainda com números preliminares, o ataque terrorista ocorrido nesta sexta-feira (13) em Paris é o maior desde 2008, considerando a quantidade de mortos.

Em novembro daquele ano, dez atentados coordenados atingiram Mumbai, cidade mais populosa da Índia, deixando 176 mortos. À época, os terroristas utilizaram metralhadoras, granadas e armas químicas –como ocorreu em Paris, eles também fizeram reféns.

Alguns dos responsáveis foram capturados e admitiram fazer parte de uma organização terrorista islâmica, que teria oferecido treinamento militar a eles no Paquistão.

Em solo europeu, não acontecia um ataque terrorista com mais de cem mortos desde setembro de 2004, quando separatistas tchechenos mataram 338 pessoas em uma escola em Beslan, na Rússia.

Em março daquele ano, outro ataque terrorista superou a barreira de uma centena de mortes, quando dez bombas explodiram em quatro trens em Madri, deixando 190 vítimas.

Veja abaixo uma lista dos principais ataques terroristas dos últimos anos.*


1. Onze de Setembro (EUA)
Data 11.set.2001
Vítimas 3.278 mortos
Ataques contra World Trade Center, Pentágono e casa de campo da Presidência dos EUA

2. Kahataniya (Iraque)
Data 14.ago.2007
Vítimas 796 mortos
Caminhões-tanques explodem perto de prédios residenciais

3. Beslan (Rússia)
Data 1º a 3.set.2004
Vítimas 338 mortos
Separatistas tchechenos invadem uma escola em Beslan, na Ossétia do Norte, e fazem mais de mil reféns. Entre os mortos estavam cerca de 150 crianças

4. Zenza-Dono (Angola)
Data 10.ago.2001
Vítimas 252 mortos
Ataque a trem pela União Nacional para a Independência Total de Angola

5. Bali (Indonésia)
Data 12.out.2002
Vítimas 202 mortos
Atentados a bomba contra uma casa noturna e um bar-restaurante da ilha de Bali, na Indonésia

6. Madri (Espanha)
Data 11.mar.2004
Vítimas 190 mortos
Dez bombas explodiram em quatro trens, em três estações, na rede ferroviária de Madri

7. Mumbai (Índia)
Data 26 a 29.nov.2008
Vítimas 172 mortos
Ataques terroristas a cafés e hoteis de luxo em Mumbai, na Índia

8. Karachi (Paquistão)
Data 18.out.2007
Vítimas 136 mortos
Ataque a Benazir Bhutto, ex-primeira-ministro do país, detona carro-bomba em meio a multidão

9. Moscou (Rússia)
Data 23 a 26.out.2002
Vítimas 130 mortos
Reféns no teatro de Dubrova

10. Mossul, Bagdá, Fallujah, Ramadi e Baquba (Iraque)
Data 24.jun.2004
Vítimas Mais de 100 mortos
Série de ataque visando a polícia iraquiana

11. Oslo e Utoeya (Noruega)
Data 22.jul.2011
Vítimas 76 mortos
Terrorista de extrema-direita Anders Behring Breivik explode bomba perto da sede do governo da Noruega, em Oslo e mata oito pessoas. Depois, o mesmo terrorista matou 68 a tiros em acampamento de verão na ilha de Utoeya

12. Londres (Inglaterra)
Data 7.jul.2005
Vítimas 52 mortos
Atentados terroristas contra o metrô e um ônibus em Londres

Imagens do terror


Foto: Philippe Wojazer/Reuters
Equipes de regate retiram os corpos de um restaurante 
na sequência de incidentes de tiro em Paris, França - 13/11/2015 


(Foto: Kenzo Tribouillard/AFP)
Polícia proteger fecha a praça Jules Ferry no centro de Paris - 13/11/2015 


(Foto: Gonzalo Fuentes/Reuters)
Investigadores trabalham do lado de fora de um bar perto do Stade de France
 onde explosões foram relatadas durante a partida entre França e Alemanha - 13/11/2015 

(Foto: Kenzo Tribouillard/AFP)
Pessoas são evacuadas após ataque na sala de concertos Bataclan, em Paris - 13/11/2015 


(Foto: Philippe Wojazer/Reuters)
Serviços de resgate trabalham perto dos corpos cobertos 
fora de um restaurante na sequência de um tiroteio em Paris, França - 13/11/2015 


(Foto: Christian Hartmann/Reuters)
Bombeiros ajudam um homem ferido nos arredores da sala de 
concertos Bataclan na sequência de um tiroteio em Paris, França - 13/11/2015 

Cenas de apocalipse em Paris

AFP


AFP / DOMINIQUE FAGET
Oficiais de resgate evacuam vítimas em rua próxima à casa de 
espetáculos Bataclan, em Paris, França, no dia 13 de novembro de 2015

Sirenes gritando por toda Paris, ruas bloqueadas pela polícia, parentes de vítimas aos pratos que tentam passar: cenas de apocalipse nesta sexta-feira à noite em Paris, palco de atentados simultâneos que deixaram ao menos 39 mortos.

O perímetro está bloqueado nos arredores do hospital Saint-Louis, no norte da capital. Um homem em lágrimas conta que sua irmã foi morta. Ao seu lado, sua mãe desaba em prantos e se joga em seus braços. "Eles não querem nos deixar entrar", explica o homem, mostrando o bloqueio, 50 metros distante.

"Ouvimos barulhos de tiroteios, 30 segundos de disparos, era interminável, pensávamos que eram fogos de artifício", conta Pierre Montfort, que vive perto da rua Bichat, onde ocorreu um dos tiroteios. Outra testemunha descreve a cena: "no momento a gente só viu as balas saindo das armas, tivemos medo, quem garantia que eles não iriam atirar contra as janelas?".

Florence disse que chegou de "scooter talvez um minuto depois". "Foi surreal, todo mundo estava no chão. Ninguém se mexia no restaurante Petit Cambodge e todas as pessoas estavam no chão no bar Carillon. Estava tudo calmo, as pessoas não entendiam o que estava acontecendo. Uma menina estava sendo levada por um homem nos braços. Ela parecia estar morta", explica a mulher.

Mesmas cenas de guerra na rua Charonne, um pouco mais a leste. Caminhões de bombeiros correm com as sirenes ligadas.

"É mais grave que Charlie Hebdo"
Um homem disse ter ouvido tiros durante "dois, três minutos", "tiros seguidos". "Eu vi diversos corpos no chão ensanguentados. Não sei se estavam mortos", solta.

"Havia sangue por todos os lugares", confirma uma outra testemunha, falando de tiros muito fortes em diversos momentos.

Ainda no leste parisiense, mesmas sirenes e luzes da polícia e dos bombeiros, outro distrito fechado, o da casa de shows Bataclan, perto da redação do Charlie Hebdo, alvo de outro atentado assassino em janeiro. Uma tomada de reféns estava ocorrendo.

As pessoas estão perdidas nos telefones. "Minha esposa estava no Bataclan, é uma catástrofe", disse um homem que correu para o local, mas não consegui furar o cordão de isolamento. "Houve um tiroteio no interior do Bataclan. Tudo o que posso dizer é que é mais grave do que Charlie Hebdo", disse um membro das forças policiais.

AFP / FRANCK FIFE
Torcedores se reúnem e esperam por esclarecimentos de segurança
 para deixarem o estádio em Paris, na França, em 13 de novembro de 2015

O Stade de France, enfim, na periferia norte de Paris. Explosões foram ouvidas ao redor, granadas segundo alguns torcedores. A polícia entra, o público consegue ouvir os barulhos de duas explosões mas a partida amistosa entre França e Alemanha continua. Todo mundo fica inicialmente confiado no interior do estádio, sobrevoado por um helicóptero.

Pânico no Stade de France


"Ouvimos as explosões 25 minutos após o início da partida. Ele continuou normalmente. Pensava que era uma brincadeira", explica Ludovic Klein, 37 anos, vindo de Limoges com o filho de dez anos. "A evacuação ocorreu calmamente, com apenas um pequeno movimento de multidão".

Segundo a Prefeitura de Paris, na sala de espetáculos Bataclan foram encontrados 100 mortos além de outras 43 vítimas fatais nos ataques desferidos em outros setes pontos diferentes da cidade. 


Policia e Exército fazem operação no Teatro Bataclan

O Globo 
Com Agências Internacionais

Pelo menos 35 pessoas teriam morrido dentro da casa de shows




PARIS — Relatos da imprensa francesa informam que o exército francês e a polícia de Paris realizam uma operação na casa de espetáculos Le Bataclan, em Paris, onde pelo menos cem pessoas estão sendo mantidas como reféns. Pelo menos três homens armados invadiram o teatro durante a apresentação da banda americana Eagles of Death Metal, do vocalista do Queens of the Stone Age, Josh Homme. Ele não faz parte da turnê.




Uma das pessoas liberadas do teatro foi Benjamin Cazenoves, que tuitou uma mensagem dizendo que estava ferido no primeiro andar da casa. Poucos minutos mais tarde, Cazenoves afirmou ter saído do teatro e visto “uma carnificina” no local. Dois brasileiros teriam ficado feridos no ataque à casa de shows.



A TV francesa registrou uma série de tiros nas proximidades do teatro.

— Estudei medicina, trabalhei em hospitais e nunca vi nada parecido com isso — afirmou um homem que fugia pela Rue de Charonne. — Eu e meu filho corremos para buscar ajuda e literalmente tropeçamos em cadáveres. Foi uma completa carnificina. As pessoas estavam mortas e feridas no chão.


Segundo a imprensa francesa, os relatos são de que
 cerca de 100 pessoas foram mortas no local. 

Brasileiro leva 3 tiros em ataque em Paris; há outro ferido

Daniela Fernandes*
De Paris para a BBC Brasil

 Image copyright AFP Image caption
Atendimento de feridos em Paris nesta sexta-feira;
 dezenas de mortes já foram confirmadas

Dois brasileiros foram feridos nos ataques desta noite em Paris, disse à BBC Brasil a cônsul-geral do Brasil na França, Maria Edileuza Fontenele Reis.

Eles estavam no restaurante Le Petit Cambodge, nas proximidades do Canal Saint-Martin, no 10° distrito da capital, um dos locais onde ocorreram tiroteios que deixaram dezenas de mortos e feridos em estado grave.

Um dos brasileiros feridos tomou três tiros nas costas e seu estado é bem grave, segundo a cônsul-geral. Ele está sendo operado. Ele é um arquiteto que está de passagem por Paris para eventos profissionais, segundo ela.

O arquiteto jantava com amigos no Le Petit Cambodge, onde uma estudante brasileira também ficou ferida. Ela tomou um tiro de raspão e está consciente. Segundo informações iniciais, a estudante residiria em Paris.

De acordo com a cônsul, que ainda não pôde confirmar todos os detalhes, os dois estavam jantando com um grupo de amigos no local quando houve o ataque.

"Estou acompanhando de perto com muita apreensão o estado de saúde do arquiteto e não pude ainda confirmar outras informações", afirma Reis.

A cônsul-geral está em contato telefônico nesta noite com um professor, amigo do arquiteto, que está no hospital onde o brasileiro está sendo operado nesta noite.

Testemunhas que estavam no restaurante Le Petit Cambodge disseram à imprensa francesa que cerca de 20 a 30 tiros foram disparados no local, provavelmente com armas automáticas.

A capital parisiense foi alvo de uma série de ataques na noite desta sexta-feira, até o momento não reivindicados.

Dezenas de pessoas morreram por disparos ou explosões, segundo a imprensa local, e diversas foram mantidas reféns na casa de shows Bataclan.

O presidente francês, François Hollande, declarou estado de emergência e fechou as fronteiras do país.

A Agência France Presse cita fontes da polícia dizendo que cerca de 100 pessoas teriam sido mortas na casa de shows Bataclan, na região central de Paris.

O canal de TV francês iTele, também citando oficiais não nomeados no Bataclan, afirmou pouco antes que haveria "dezenas" de corpos dentro do local.

Segundo a emissora BFMTV e as agências de notícias AP e Reuters, a operação policial para libertar os reféns da casa de shows Bataclan chegou ao fim.

Os relatos dão conta de que dois atiradores foram mortos.



Ban-Ki-moon, secretário-geral da ONU, condenou aquilo que chamou de "desprezíveis ataques terroristas".

"Ele exige a imediata libertação das várias pessoas mantidas reféns no teatro Bataclan", declarou seu porta-voz.

"O secretário-geral oferece suas mais profundas condolências às famílias das vítimas e deseja a rápida recuperação dos feridos."

Atentados coordenados deixam dezenas de mortos em Paris

O Globo

Explosões assustam área no Stade de France e situação deixa reféns no Bataclan; Hollande anuncia fronteiras fechadas

KENZO TRIBOUILLARD / AFP
Polícia monta cordão de segurança após situação no Bataclan  

PARIS - Paris se viu diante de um intenso ataque terrorista coordenado nesta sexta-feira, deixando pelo menos 43 pessoas mortas (segundo bombeiros), além de um número ainda maior de feridos. Homens armados abriram fogo em vários pontos da capital francesa. Também ocorreram três explosões do lado de fora do Stade de France, onde a seleção de futebol do país jogava um amistoso contra a Alemanha. Três pessoas morreram no entorno do estádio, disse a polícia. Também há ao menos cem reféns dentro do teatro Bataclan. Um outro ataque também foi registrado num shopping em uma área central da cidade, em Les Halles. A França abriu um alerta vermelho. Ao menos dois brasileiros ficaram feridos nos ataques, informou a embaixada.

Um ataque armado com fuzis Kalashnikov no 10º arrondissement de Paris deixou mortos e feridos, segundo a polícia da capital francesa. Pelo menos um homem com a arma automática teria invadido o loca. Segundo a BBC, ao menos dez pessoas morreram no restaurante Le Petit Cambodge.

A área do primeiro tiroteio é próxima à Praça da República, área muito movimentada de Paris. De acordo com testemunhas, os agressores fugiram após disparar mais de cem vezes, e pessoas estavam sendo retiradas às pressas do local — também perto do canal Saint Martin, área muito frequentada às sextas-feiras à noite.

PHILIPPE WOJAZER / REUTERS
Serviços de emergência cobrem corpos de vítimas 
em local de ataque em área movimentada  

SEQUESTRO COM MORTOS E MAIS DE CEM REFÉNS
Um segundo tiroteio teria ocorrido logo depois perto do local, no boulevard Voltaire. Dois homens armados teriam entrado no bar Le Carillon e abriram fogo, de acordo com testemunhas. Um dos atiradores teria gritado "Allahu akbar" (Deus é grande) e "Isso é pela Síria", testemunhas disseram, indicando que eles poderiam ser radicais islâmicos.

A polícia relatou um terceiro tiroteio, com 15 mortos, e reféns no próprio Bataclan, segundo a France24. O episódio ocorreu no meio do show da banda Eagles of Death Metal, do vocalista do Queens of the Stone Age, Josh Homme. Ele não estava na turnê, no entanto.

Testemunhas disseram que pessoas entraram atirando a esmo no local, e funcionários da polícia falaram em cem reféns. Ao menos 30 foram libertados, e um refém pediu pelas redes sociais que a polícia invadisse o local, porque os jihadistas teriam prometido matar "um a um".

Por volta de 21h30m (de Brasília), explosões e tiros foram ouvidos na área. A polícia estaria iniciando uma operação de resgate dos reféns. Dois terroristas foram mortos durante a operação, segundo a polícia.

Um jovem que se identificou como Hervé disse ao "Telegraph" que havia cerca de mil pessoas no local, e que três jovens de pouco mais de 20 anos entraram atirando com kalashnikovs.

A região fica perto do antigo escritório do semanário satírico "Charlie Hebdo", onde 12 pessoas foram mortas por terroristas islâmicos em janeiro.

Reprodução/Instagram
Rua em Paris é bloqueada por policiais e soldados após ataque  

EXPLOSÕES
Após as três explosões dentro do estádio, em Saint-Denis, o presidente François Hollande teria sido retirado do local. A polícia confirmou que os sons eram de explosão, e investiga o episódio. Os acessos ao estádio foram fechados às pressas, mas o jogo prosseguiu. Ao fim do jogo, os alto-falantes pediram calma na saída dos presentes. Muitas pessoas ocuparam o gramado, com medo da situação — eles teriam ficado retidos.

Alguns relatos dão conta de que elas teriam se originado de granadas, mas a polícia fala em atentado suicida. A polícia disse que três pessoas morreram no entorno do local. Durante a manhã, uma ameaça de bomba contra o hotel da seleção alemã forçou a retirada dos presentes no estabelecimento, mas não foram encontrados explosivos.

Um quarto tiroteio aconteceu ainda no principal shopping de Halles, depois dos demais ataques. O local é muito movimentado, e é tido como um dos principais estabelecimentos no coração da cidade.

ALERTA VERMELHO
Hollande já começou a tomar medidas de urgência com seus ministros para avaliar a situação. Ele foi diretamente ao Ministério do Interior para reunir seu gabinete de crise.. Em um anúncio em rede nacional, ele anunciou que as fronteiras foram fechadas e o país está mantendo alerta de vigilância máxima.

— Saberemos vencer mais uma vez o terrorismo — declarou o presidente.

Ao decretar alerta vermelho, o país mobilizou centenas de soldados. Muitos deles retiveram pessoas perto do Stade de France e do Bataclan.

Após os ataques, vários líderes europeus se pronunciaram em solidariedade e expressando consternação.

"Estou chocado com os eventos esta noite em Paris. Nossos pensamentos e orações estão com os franceses. Iremos fazer o que for preciso para ajudar", disse o primeiro-ministro britânico, David Cameron.

— Uma vez mais vimos uma tentativa de aterrorizar civis. Não é só mais um ataque contra a França, mas estamos preparados para dar qualquer ajuda necessária — disse o presidente Barack Obama. — Sairemos por cima do ódio de alguns.

"Consternada pela barbárie terrorista, expresso meu repúdio à violência e manifesto minha solidariedade ao povo e ao governo francês", afirmou a presidente Dilma Rousseff pelo Twitter.


 Editoria de arte/O Globo
 O mapa dos ataques em Paris 

Consulado brasileiro confirma dois brasileiros entre os feridos

Daniela Fernandes*, De Paris para a BBC Brasil

Dois brasileiros foram feridos nos ataques desta noite, disse a cônsul-geral do Brasil na França, Maria Edileuza Fontenele Reis.

Eles estavam no restaurante Le Petit Cambodge, um dos locais onde ocorreram tiroteios na capital francesa.

Um dos feridos, um arquiteto que está na cidade para eventos profissionais, levou três tiros nas costas, segundo a cônsul-geral, e está sendo operado neste momento. Seu estado é bem grave, afirmou ela.

A outra vítima brasileira, que foi atingida de raspão, seria uma estudante que mora em Paris. De acordo com a cônsul, os dois estariam jantando com um grupo de amigos no local quando houve o ataque.

O repórter da BBC Hugh Schofield afirma ter ouvido tiros e explosões
 na casa de shows Bataclan, onde mais de 60 pessoas são mantidas reféns.

A Reuters diz que cinco explosões foram reportadas nos arredores.

AO VIVO Siga: Ataques em Paris deixam mortos e feridos

Ataque terrorista em Paris, no início da noite de hoje, leva pavor e medo à capital Francesa. Segundo informes, houve pelo menos 6 tiroteios em diferentes pontos da cidade e, pelo menos, 3 explosões. Conforme a tevê francesa, ocorreram pelo menos 60 mortes além de dezenas de feridos, alguns em estado grave.

Duas horas após os ataques, o presidente francês, François Hollande, em cadeia de televisão, determinou o fechamento das fronteiras e decretou estado de emergência.

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