quinta-feira, maio 19, 2016

Que o governo Temer divulgue para o mundo, o estado de falência múltipla herdada dos governos petistas.

Adelson Elias Vasconcellos

A opinião apresentada neste texto não é única. Há um enorme consenso para que Temer dê luz aos números da ruína praticada pelo governo Dilma contra o Brasil que ela imaginava governar e que, como vimos e ainda veremos, não passou de uma triste ilusão de uma governante inábil, medíocre, incapaz, golpista às últimas consequências, e que nos custará enormes sacrifícios a todos os brasileiros, pelo menos próximos 10 anos. E assim será se tudo der certo, caso contrário, recuperar o país do retrocesso praticado deliberadamente por Dilma poderá demandar mais anos ainda. Em resumo: os brasileiros precisam conhecer a desgraça deixada para eles pagarem e sofrerem.  O buraco, senhores, é imenso. Segundo eu próprio calculo, ele gira em torno de 600 bilhões de reais. E saí não estou incluindo os rombos das estatais, tanto as úteis – Petrobrás, Eletrobrás, Caixa Econômica – como as inúteis como a tal TV Brasil que, desde de sua criação, já consumiu mais de 6,5 bilhões de reais sem produzir nada que preste e está léguas de distância dos objetivos para os quais foi criada, exceção feita ao empreguismo dos companheiros vagabundos e incompetentes. E que Temer não deixe de lado a divulgação dos cortes promovidos por Dilma nos programas sociais. Está na hora dos brasileiros mandarem para o lixo da história tanto as mentiras quanto os discursos vigarista das esquerda e do petismo em especial.

Não é apenas desinfetar o Estado de petistas, cutistas e assemelhados. É preciso fazer uma devassa rigorosa em ministérios, secretarias, autarquias, estatais e onde mais a mão do governo petista pode alcançar. Depois, apresentar à Nação, em cadeia de rádio e televisão, os vergonhosos  números do bilionário rombo deixado por Dilma cuja conta, é claro, terá que ser paga pelo conjunto dos brasileiros. Tal divulgação não pode ser em uma única edição. Tem ser em inserções diárias. Diante deste quadro de falência do Estado, Michel Temer terá conquistado o apoio da população brasileira para as reformas difíceis que pretendem e que precisam ser feitas. Não há saídas improvisadas ou cosméticas. A previdência e as leis trabalhistas pedem por reformas antes que o mercado de trabalho se torne inviável e a previdência acabe falida.   

Temer, em uma de suas entrevistas depois que assumiu, tem dito e repetido que não se cortarão direitos adquiridos, mas que terá que haver um processo de transição para que isto não aconteça.

Da mesma forma, é imperioso que se acabem os engessamentos do orçamento federal. Não é o volume de recursos que tornam os serviços eficientes, e sim capacidade de gestão, é eficiência, fazer mais com menos, além, é claro, de se cortar os caminhos por onde trafega  a corrupção e os desvios. 
Nada disso representa a volta de neoliberalismo que, aliás, não passa de um rótulo ruim para políticas boas.  Os Estados Unidos é a maior economia mundial, sem que precise contar com uma única estatal. Já por aí se enterra os conceitos estúpidos defendidos pela petezada de que estatal é imprescindível para o desenvolvimento. Pelo contrário. É o caminho mais curto para a corrupção, fisiologismo, compadrio, ineficiência, desperdício. 

Na semana que passou, informou-se que cerca de 17 mil beneficiários do Bolsa Família teriam seus benefícios suspensos. Corte de benefícios? Não, corte de roubalheira já que esta gama de gente é funcionária pública, portanto, não se encaixa no perfil que se exige.  

Assim, a partir da divulgação do rombo das contas públicas, da roubalheira praticada a céu aberta nos programas sociais, nas milhares de boquinhas ricas entregues para vagabundos e incompetentes bem remunerados, todo o discurso vigarista espalhado pelo PT e seus comparsas vão para a lata do lixo.

Entre estes comparsas incluam os países do bloco bolivariano que, sob o comando de Cuba resolveram difamar o Brasil nos organismos internacionais, os mesmos nos quais o governo Dilma acumulou milionária dívida por falta de pagamento das obrigações do país. Seria cômico, não fosse trágico, ver países como Cuba e Venezuela acusando o Brasil de golpe de estado promovido pelo Legislativo e Judiciário. Ora, os deputados e senadores foram eleitos democraticamente segundo a mesma constituição que prevê e autoriza o impeachment. O PT, quando esteve na oposição, além de sabotar todos os governos democráticos, encaminhou cerca de 50 pedidos de impeachment contra todos os presidentes  pós-ditadura. Quando experimentou do próprio veneno, achou de acusar o instrumento de golpismo!  

Aliás, não é a toa que o PT se indisponha tanto à Constituição, que se negou assinar, quando à Lei de Responsabilidade Fiscal contra a qual moveu ação no STF.

Dentro dos crimes de responsabilidade passíveis de destituição de presidente, Lula, Dilma e PT continuam a cometê-los, quando movem seus aparelhos criminosos para difamar o país e caluniar e destratar suas instituições. 

Dilma caiu por descumprir a Lei Orçamentária e a Lei de Responsabilidade. E, convenhamos, pelo conjunto da obra, isto é troco de pinga perto dos demais crimes e infrações que cometeu e comandou em pouco mais de cinco anos de poder. 

É de um ridículo ímpar esta organização criminosa criticar o governo Temer por ele não haver nomeada uma mulher para seu ministério. Quantas mulheres havia, além da própria Dilma, em seu ministério? Uma penca, não é mesmo? Nem por isso a cultura avançou, a educação evoluiu, os serviços se qualificaram e, o mais importante, a própria primeira presidente mulher levou o país e muitas estatais à ruína econômica e financeira.  Criticam Temer por não escalar um negro. Ok, mas quantos negros havia no ministério de Dilma? Tentem, nos 39 ministérios, encontrar ao menos um. 

A crítica quanto  a ausência de mulheres e negros se apoia no argumento de que desta forma não se privilegia a diversidade da sociedade. Ora, desde quando um ministério DEVE representar diversidade social? Cabe ao Congresso, não ao ministério, cumprir tal papel, por isso os ocupantes do legislativo são eleitos por voto direto e secreto. Até porque, no ministério de Dilma tal critério não i,pediu a mediocridade do governo.

Por fim, uma plêiade de artistas e intelectuais  levantam suas vozes pelo fato do da Cultura ficar integrada ao Ministro da Educação. E daí? Desde quando cultura precisa ficar separada de educação, quando ambas se interagem? 

A verdade é que estes críticos estavam acostumados a se lambuzarem no dinheiro público, até mesmo aqueles que sequer dele necessitam, enquanto os hospitais estão na UTI, a insegurança pública transformou o país numa praça de guerra. Ou será que 60 mil homicídios por ano é bom sinal?

O dinheiro  público, já disse aqui várias vezes, deve ser empregado para beneficiar o maior número possível de pessoas, e não ser destacado para privilegiar uma classe elitista.  No caso da Cultura, o que importa são políticas públicas que facilitem o acesso de todos aos meios culturais. Destaco, por exemplo, bibliotecas e museus. Quase a totalidade dos museus sequer contam com rígido sistema  de segurança para impedir os furtos que levam para fora do Brasil peças históricas e raras. Ou, então, digam lá o estado precário da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, alvo de inúmeros textos e reportagens aqui transcritos. Portanto, não precisa se criar um ministério específico para Cultura, sem que se tenha um plano mínimo para sua divulgação, proteção  e valorização. 

Claro que, além do estado falimentar do país conduzido pelos governos Lula e Dilma,  a situação  degradante dos serviços públicos  deve ser acentuada  num plano de divulgação sobre a herança maldita. O povo brasileiro precisa saber em detalhes o que Lula e Dilma fizeram com os trilhões arrecadados em impostos ao longo de 13 anos.  O resumo deste período pode ser assim descrito: roubaram muito, e deixaram roubar muito mais. Por todos estes crimes eles devem responder e prestar contas à Justiça, não estando livres da cadeia que é lugar de bandido, quanto mais, quando estes crimes foram cometidos contra o povo brasileiro. 

Quanto ao movimento anti-Brasil, um pedido: primeiro paguem o que nos devem e, depois, se assim desejarem, podem fechar as embaixadas. Não  nos fazem falta alguma.  Perguntinha: quem precisa mais de quem, o Brasil dos bolivarianos autoritários, que rasgam a constituição de seus países ao gosto do autoritário de turno, ou estes chicaneiros de meia pataca os quais, a exemplo da Venezuela que precisa importar papel higiênico para a população higienizar-se? Assim como o Brasil tem, por tradição intrometer-se em assuntos internos de outras nações respeitando sua soberania, tem todo o direito de dar um pontapé no traseiro daquelas que ousarem a agredir seu estado de direito democrático e suas instituições. Se antes o PT permitia-se arregaçar as calças para estas ditadurazinhas mequetrefes, sem o PT o Brasil voltou a ser dono do próprio nariz. 

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